Mente Aberta

Em Busca do Novo

A Luta do Ser

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“Ninguém pode ser aquilo que não é”. Com esta  frase o espírito Antonio Grimm nos propõe no mínimo uma autorreflexão, que fazendo um desencadeamento de ideias, chegamos a importantes questões da vida. Poderíamos deixar um pouco de lado a novela na televisão, o time de  futebol e todas as coisas com as quais nos distraímos, mergulhados que somos dentro de um mundo de alienações, um mundo de coisas efêmeras, que a longo prazo não dão nenhum resultado significativo.

Se ninguém é aquilo que não é, então o que eu sou? Ou quem eu sou? Fazendo essa pergunta eu lanço um olhar para dentro de mim, começo a fazer o exercício do autoconhecimento. Será que realmente eu sou eu mesmo? Será que não tento parecer o que as outras pessoas querem? Ou o que a sociedade espera de mim? Em todos os sentidos, na cultura local existe um modelo a ser seguido. Por exemplo, a cultura da beleza feminina, onde as mulheres precisam seguir o padrão imposto pela sociedade para serem aceitas, ou se sentirem aceitas. Até certo ponto, acho normal isso dentro de uma sociedade, se não fosse levado ao extremo do preconceito. Pior que a cultura da beleza é o fenômeno da sexualização, que está calcada principalmente nas culturas latinas. Mas existem também bons exemplos de modelos culturais que a sociedade lança, como a crescente do espírito filantrópico, pricipalmente no meio de instituições religiosas.

Mas como realmente descobrir quem eu sou? Avaliando-me, descobrindo minhas preferências, analisando minhas experiências e projetando meus objetivos. Só posso fazer projeções se sei o que quero, e descubro isso traçando objetivos. Essa já é uma fase além da de se autoconhecer.

Quando uma pessoa pode se dizer autêntica? Essa é uma qualidade que acho muito importante. Pois é com a autenticidade que a pessoa se afirma passando por cima dos dogmas sociais, ultrapassa as barreiras da autonomia e pode se considerar livre. É como se tirássemos o véu e começássemos a viver.

Por isso, descubra quem você é. Faça as coisas que tem vontade. Vá à praia, a um parque. Realize seus sonhos. Projete suas atitudes de maneira condizente com seus objetivos. Procure não se preocupar com o rótulo que você vai deixar para os outros. Seja a representação de você mesmo.

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agosto 6th, 2010 at 2:09 pm

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Quem Sou Eu?

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Sou uma voz solitária na complexidade da vida! Sou o sussurro da minha consciência tentando afirmar-me! Sou o reflexo das minhas experiências vividas.

Deixando um pouco a poética de lado, sou Rodrigo De Lazzari. Sou de Curitiba-PR. Trabalho com futebol, sou atleta profissional e atualmente jogo no Operário Ferroviário, clube da cidade de Ponta Grossa, no interior do Paraná. Sou casado e espírita. O entendimento que alcancei se deve muito à capacidade da Doutrina Espírita em fazer enxergar a necessidade de sempre buscar o conhecimento em todos os lugares, e de valorizar cada experiência como uma oportunidade única de aprendizado.

Gostaria de deixar aqui registrada minha apresentação. Nesse ato de escrever, tento aproveitar meus momentos de folga no trabalho para fazer reflexões e analisar a vida criticamente, dividindo aquilo que alcanço com o mundo.

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julho 12th, 2010 at 9:12 pm

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De Quem é a Culpa?

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Um pai de família, ao comentar sobre o acidente automobilístico em que a filha teve graves ferimentos e quase foi a óbito, afirmou que o ocorrido fora obra do destino. Disse ele: minha filha não veio embora da festa com o amigo com quem havia combinado, pois ele tinha bebido demais, e assim esperou outra amiga para a carona. Em um cruzamento, foram atingidas por um motorista bêbado que avançou o sinal vermelho. Era pra ser, foi o destino, disse o pai.

Ledo engano. Sempre há um responsável, ou num contexto maior, uma sociedade responsável. No caso acima citado, a responsabilidade é da  cultura em que a sociedade está inserida. Explico-me: você já organizou em sua casa confraternizações, ou festas onde foram oferecidas aos convidados bebidas alcoólicas? Você já foi visto fazendo uso de bebidas alcoólicas em público e até na frente de menores de idade? Se sim(e me incluo nos que respondem afirmativamente essas questões), você ajudou a proliferar a cultura do álcool em nossa sociedade. Sim, você e eu temos uma parcela de responsabilidade em todos os acidentes e tragédias que ocorrem em função das bebidas alcoólicas.

Nossa sociedade valoriza e incentiva nossos jovens a consumirem bebidas alcoólicas. O que dizer quando astros da seleção brasileira de futebol, em plena Copa do Mundo, quando a mídia está toda em cima deles, fazem propaganda de uma cerveja? Será que estas celebridades não pensam nos desdobramentos de seus atos? Será que eles, como homens públicos, não acham que estão influenciando milhões de jovens a iniciarem o hábito do álcool e que talvez no futuro desenvolvam complicações e doenças relacionadas ao alcoolismo? Infelizmente, eles não ultrapassaram o egoísmo, ou o imediatismo em ganharem dinheiro hoje em detrimento de complicações sociais futuras. Mas que o foco não fique nas ditas celebridades. Eu mesmo, sei que ajudei a influenciar familiares e amigos que hoje abusam um pouco das bebidas alcoólicas a desenvolverem ou continuarem com esse hábito. Não fujo da minha responsabilidade.

Voltando ao pai que afirmou ser obra do destino o acidente da filha. Não acredito nesta palavra: destino. O que creio é que tudo é regido por uma lei universal de causa e efeito. Ou seja, sempre colhemos aquilo que plantamos.

Sempre é tempo de mudar. Porque é com mudanças e adaptações que o mundo evolui. Então vamos parar com a hipocrisia de culpar as celebridades e a sociedade em geral e assumamos a responsabilidade. “Seja a mudança que você quer para o mundo”. Não sei o autor dessa frase, mas ela representa bem o sentimento da campanha que proponho. Abra seu pensamento ao novo. Seja receptivo e acima de tudo, crítico com ideias novas. Assim estaremos contribuindo para um bem geral, ajudando na evolução da humanidade.

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julho 7th, 2010 at 11:46 pm

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Cidadania

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Esse é um discurso que eu gostaria de ouvir. Principalmente num ano de eleição. Nesses anos, em que os políticos se preocupam tanto em falar o que o povo quer ouvir, tutelados pelos marqueteiros acabam não seguindo uma linha política definida e passam uma imagem superficial para quem analisa mais criticamente seus discursos.

A palavra cidadania deveria ser o centro do debate nas eleições. E por que não é? Porque nós não damos a devida importância. Mal sabemos os direitos e deveres do cidadão. Não discutimos no trabalho, com os amigos ou com a família o assunto. Devemos nos perguntar: Eu sou um bom cidadão? O que seria isso, ser um bom cidadão? É ser ético, e pensar no bem geral. Começa em pagar os impostos, não comprar produtos piratas, pois esse dinheiro do seu imposto sonegado pode faltar nas verbas de educação e saúde que o poder público utiliza. A justificativa de que nossos governantes são desonestos e a corrupção assola as receitas governamentais serve para quem não paga os impostos, pois se pagasse cobraria. Não deixaríamos haver corrupção se pagássemos nossos devidos impostos, pois fiscalizaríamos na devida proporção. Ser um bom cidadão é também separar o lixo, ajudando o reaproveitamento de materiais que podem ser reciclados, assim garantindo uma economia para a sociedade com uma atitude sustentável. É comum vermos as pessoas ainda sujarem as ruas atirando lixo de seus veículos. Será que essas pessoas não pensam que essa atitude leva as autoridades a gastar mais com a limpeza urbana. Recursos que poderiam ser destinados ao aprimoramento do ensino tão precário no nosso país.

A boa prática da cidadania passa também por respeitar as leis(incluem-se aí também as leis de trânsito). O jeitinho brasileiro, em querer tirar vantagem em tudo(a famosa lei de Gérson), não condiz com essa prática. A malandragem do brasileiro caracteriza a falta de sentimento de caridade para com o próximo. Ou talvez o puro imediatismo vivido pelas pessoas, que não pensam nas consequências de seus atos. Precisamos viver um sentimento de pertencimento  a uma sociedae local e até planetária. Todos estamos no mesmo barco, ou seja, se ele afundar de um lado afundamos todos juntos. Precisamos também pensar no que nossas ações resultarão, ou seja, enxergar as consequências. Esse encadeamento nos possibilita avaliar se a nossa vida é condizente com a de um bom cidadão.

São muitos os exemplos da boa prática da cidadania. Citei aqui alguns para ficar como exemplo, mas poderia enumerar diversos outros. Não é fácil ser um bom cidadão. Muitas vezes nos sentimos nadando contra a maré. Mas o que valoriza esse comportamento é o sentimento de fazer a sua parte. Se cada um fizer a sua, não sobrecarrega ninguém. O fardo fica aceitável para todos, e conseguimos todas as noites dormir com a consciência tranquila.

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julho 2nd, 2010 at 1:32 pm

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Somos Brasileiros

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O Rio de Janeiro foi castigado por Deus. Choveu como nunca antes, e infelizmente centenas de pessoas morreram com os deslizamentos. Não! primeiro que Deus não castiga. Lamentemos as vítimas mas não poupemos os culpados. As autoridades tem que ser cobradas. A falta de planejamento para uma política de remanejamento de pessoas que vivem em áreas de risco, o descaso dos governantes que permitiram criar-se um bairro em cima de um antigo depósito de lixo em Niterói são fatos no mínimo lamentáveis. Sem falar nos políticos que, em troca de votos dão barracos para seus eleitores que constroem suas moradias sem os devidos cuidados. Esses políticos tem sangue nas mãos, porque além do ato de estarem comprando votos, fornecem essa possibilidade para as pessoas irresponsavelmente morarem em morros e em encostas perigosas e são sim também responsáveis pela  tragédia.

O povo do Rio de Janeiro, que ainda reclama da nova maneira da divisão dos royalties do pré-sal agora sentiu na pele a falta de investimento igualitário do governo federal. O ex-ministro  da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que é da Bahia e foi responsãvel pela liberação dos repasses para prevenção de enchentes, claramente  beneficiou seu estado em detrimento de outros. O agora candidato a governador da Bahia Geddel Vieira Lima, no período de 2004 a 2009 destinou ao Rio de Janeiro e seus municípios 0,65% da verba liberada no momento. A Bahia no mesmo período recebeu 37,25% dos recursos liberados. Esse são dados de uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União(TCU) na Secretaria Nacional de Defesa Civil. Ou seja os cariocas que não querem repartir com o país a grana do pré-sal, agora sentiram na pele o que é ter tratamento diferenciado e a falta do sentimento de nação.

Sempre na vida temos que olhar pra frente. Aprender com as situações, e procurar não repetir os erros do passado. Nós como povo, temos a obrigação de cobrar as autoridades e nos mobilizar para evitar esse descaso com o povo brasileiro. Somos todos irmãos, todos seres humanos que estamos numa caminhada que é a vida. Por isso ao menos no nosso país, pensemos no todo, pensemos em todos os brasileiros e não só no nosso bairro, cidade e estado. Pois pertemcemos a esse mundo, somos brasileiros.

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abril 14th, 2010 at 4:42 pm

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O Ser Humano e a Liberdade

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Nós temos liberdade? Depende do que você considere liberdade. Por exemplo não posso sair na rua pelado gritando se eu quiser. O convívio social clama por leis que de certa forma limitam a liberdade real das pessoas. Mas pensando bem eu posso sim fazer o que eu quiser, desde que arque com as consequências dos meus atos. Esse é o chamado livre arbítrio, que determina a nossa individualidade. Quero dizer com isso que nos diferenciamos uns dos outros pelas escolhas que fazemos, ou seja nas diversas situações da vida aprendemos com o resultados de nossas ações, ou não.

Mas para aprendermos com as experiências vividas devemos acessar nossa bagagem interior. Precisamos de uma reflexão sobre nós mesmos e do que experienciamos para poder agir conforme nosso conhecimento. E quanto mais conhecimento tivermos,  mais recursos temos para processar um feedback no nosso “banco de dados”. É como se estivessimos presos num cercado. Esse cercado seria o nosso possível do momento, que seria até onde seriamos capazes de agir na proporção de nossa bagagem de conhecimento. Então nossa liberdade vai até onde conseguimos alcançar, até onde chega a nossa cerca possível para o momento. Digo para o momento porque estamos em evolução, adquirindo cada vez mais conhecimento e aprendendo a aumentar o nosso campo de ação, ou seja nosso cercado.

Para citar exemplos desse campo de ação, posso comparar a vida de uma pessoa simples, um camponês que tem como exclusiva preocupação o sustento da família, com uma grande personalidade da história da humanidade, por exemplo Gandhi,  pra falar de um conteporâneo do século passado. Não deesmerecendo de maneira alguma as pessoas humildes e os trabalhadores do campo, mas o campo da ação na vida de Gandhi foi infinitamente maior do que a do simples camponês. Considero Gandhi o grande exemplo de homem com  sabedoria da nossa época, que  com incrível eficácia conseguiu, só para citar um feito de sua vida, libertar a India da colonização inglesa sem um ato sequer de violência. Isto numa época que ocorreram grandes guerras por territórios no planeta. Por isso a vida de Gandhi é um grande exemplo de aplicação do livre arbítrio com uma proporção planetária.

Um homem é influenciado pelo meio cultural onde vive. Todos os usos e os costumes da sociedade estão nele. E a exerção da liberdade também depende dos diversos fatores que compõe esse meio. A liberdade do grupo é composta das diversas liberdades individuais somadas. E o alcance dessa liberdade segue o mesmo modelo das cercas da liberdade individual. A evolução de uma sociedade começa com a evolução dos indivíduos, que conseguem ampliar o raio de ação individual e consequentemente o raio de ação do grupo.

A liberdade é inerente ao ser humano, ou seja ela nos pertence. Por isso achei importante essa reflexão sobre ela para podermos valorizar cada vez mais nossas ações, nossas palavras e nossos pensamentos. E assim continuarmos nossa caminhada, conscientes do que queremos e de onde podemos chegar.

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abril 10th, 2010 at 1:38 am

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Em Busca do Novo

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O pensamento novo é tão difícil de ser alcançado. Não é fácil escaparmos da repetição e mimetismo. A influência que sofremos da cultura local, e mais ainda da cultura mundial representam um agente inibidor do novo. É certo que não temos como escapar disso, mas aqui nesse espaço tentarei expor minhas humildes ideias de uma maneira autêntica para a grande rede mundial. Sabedor que sou da extrema dificuldade para gerir ideias originais, procurarei abordar temas diversificados tentando alcançar a complexidade que é nossa breve passagem terrena.

Nossa vida, tão curta que fica difícil acreditar que exista somente uma, e que não tenhamos outras oportunidades. Não para nos salvar, e sim para sempre aprender e assim evoluir. Aprender, esse meu grande objetivo nessa iniciativa de criar o menteaberta.blog.br, através do pensamento novo tentarei transcender para o mundo além daquilo que está no senso comum da sociedade, na busca eterna pelo conhecimento.

Enfim, tentarei expor minha opinião nos diversos temas que considero de relevância e são diariamente expostos na mídia brasileira e mundial.

Quanto a minha expectativa de audiência, ou seja acessos ao menteaberta.blog.br, não estarei preocupado com isso, como disse a cima meu objetivo é aprender. Estarei praticando minha redação além de estar interagindo com o mundo.

Espero que eu consiga contribuir em algo com meus “leitores” nas minhas futuras postagens aqui nesse espaço, porque sei que eu pelo simples ato de escrever estarei aprendendo muito.

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março 12th, 2010 at 1:35 am

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